Desconectando da Matrix: Três Céus da Consciência
- Leonardo Barcelos
- 28 de out. de 2025
- 3 min de leitura

O céu é um estado de presença, assim como o que chamam de inferno. Dentre todas as percepções provindas dos recortes que cada indivíduo faz, pela sua capacidade métrica da cosmologia...
Quando se entende realmente que Matrix é uma atmosfera criada dentro de limites vibracionais, controlando tudo que vibra por frequência. E que tudo é energia que se expande, criando um aspecto de evolução, quando que apenas se transforma.
Toda essa holografia projetada apenas revela, através da luz, aquilo que estava obscuro. E a Matrix está no ar que se respira, no sangue que corre nas veias, até naquilo que cremos estar vendo.
Imagina um óculos destes de realidade virtual:
Visão 3D e 360º: As telas dentro do óculos projetam imagens que cobrem completamente o campo de visão. Cada olho recebe uma imagem ligeiramente diferente, imitando a forma como vemos a profundidade no mundo real. Sensores respondem aos movimentos da cabeça, permitindo que você olhe em qualquer direção, como se estivesse no ambiente real.
Som 3D: Fones de ouvido especiais são usados para aprimorar a experiência. O som vem de direções variadas, aumentando o realismo da imersão.
Detecção de movimento: Acelerômetros e giroscópios dentro dos óculos detectam os movimentos e a posição do usuário. Isso faz com que a imagem se ajuste em tempo real, reforçando a sensação de estar dentro do cenário.
Interatividade: Muitos sistemas de RV também usam controles nas mãos para permitir a interação com objetos no ambiente virtual. Alguns vão ainda mais longe, combinando os óculos com cadeiras que vibram ou outros sistemas que reproduzem movimentos reais.
E tudo isso é apenas uma simulação de como efetivamente acontece na Matrix.
Existem três 'céus' estruturando a Matrix: o Chronos, onde estamos em um nível mais denso, onde o espaço e o tempo criam uma cronologia compactada, e a massa acaba sendo regulada por impressões coletivas, como em um imenso cinema aberto com uma tela gigante projetando a imagem.
E temos Kairós, uma estrutura mais etérea, onde o tempo se faz relativizado pelo observador, controlado pelo sistema nervoso central que absorve todas as impressões capturadas pelos sentidos bioquímicos: visão, audição, paladar, olfato e o tato.
O corpo é a mais avançada estrutura tecnológica que existe. É por ele que é distribuído o programa Matrix, ou o que você pode chamar de Providência Divina, Geometria Sagrada.
E temos ainda Aion, onde 95% da percepção rastreada pelo sistema inconsciente de cada indivíduo repousa. E há um repetidor de sinal em cada equipamento mental, transmitido pelo menor órgão do corpo: a Pineal.
Não é o momento, mas em outra oportunidade falamos das propriedades exuberantes dela: sua capacidade de vagar entre as dimensões, conectando-se na frequência chamada de Registros Akáshicos — o Éter —, que, de forma descontraída, associo ao eterNO.
Mas o propósito maior desse momento de entretenimento é sacar que só se pode desconectar da Matrix dentro de um processo incisivo, consciente e progressivo de desidentificação.
E não depende de saber de nada, de fazer nada, pois não se pode interromper a fita que corre no projetor-carretel, cada cena, cada episódio, onde tudo que está ali gravado será revelado. O melhor que pode fazer é pegar o balde de pipoca e assistir sem se apegar a nenhuma cena em especial, pois tudo são apenas projeções.
Quanto mais se dá importância, mais realidade se cria, mais sentimentos e sensações colorem a Tela que só você vê.
A Simplicidade do Eu entende que cada um só pode ser como pode ser, só se pode o que se pode.






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